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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

SocialCommerce - Aplicação de software social do Grupo G

O SocialCommerce consiste em um conceito inovador que mistura uma loja virtual de produtos esportivos com uma rede social, baseada na interação entre os usuários, que se relacionam livremente. 

O principal objetivo desse software é avaliar a aceitação por parte dos usuários de uma rede social dentro de uma loja virtual. Atualmente, o que se observa é somente a veiculação de material publicitário e/ou promocional, o que não faz das redes sociais necessariamente lojas virtuais. 

Com esse novo modelo de negócios, espera-se que a interação entre os clientes da loja favoreça a comunicação entre compradores e interessados em comprar na loja de forma que posam fazer uma compra de forma segura e satisfatório. Além disto, com esta estratégia será possível direcionar ofertas de acordo com os perfis dos usuário, o que tem vantagens tanto para a loja quanto para o cliente, que terá um "atendimento" das suas necessidades mais personalizado. Os usuários terão acesso ao perfil de outros usuários e poderão trocar mensagens diretamente, podendo se conhecer e trocar idéias e experiências a respeito dos produtos adquiridos e sonhados.

Na apresentação a seguir, veja detalhes sobre a aplicação (modelo de negócio, requisitos, casos de uso), valores agregados ao cliente, estratégia de lançamento e outros...



quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Empresa 2.0 - Estudo de Caso FIAT

Conheça um pouco das eras da empresa FIAT:  Empresa 0.0, Empresa 0.1 e Empresa 2.0, conforme é possível verificar no quadro abaixo.

EMPRESA DE DESIGN DE AUTOMÓVEIS:
FIAT
ERA  EMPRESA 0.0
- Formação de estoques
- Produção departamentalizada
- Produção de automóveis e componentes (sem terceirização)
- Produção para mercado nacional
- Poucos modelos de carros
ERA  EMPRESA 1.0
- Estruturação em projetos - produção integrada
- Criação de novos modelos de carros
- Participante do mercado de ações
- Produção para mercado nacional e internacional
- Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain)
- Adoção de sistemas ERP de controle e automação
- Publicidades em meios convencionais  
- Adoção de modelo JIT (Just in Time):
  - Contratos de longo prazo;
  - Demandas previsíveis, com solicitações flexíveis;
  - Comunicação das mudanças mais rápida e em tempo real;
  - Produtos de alta qualidade e com constância;
  - Tempos de entrega curtos e garantidos;
  - Proximidade dos fornecedores nos clientes, inclusive fisica.
  - Foco na atividade fim com terceirização de serviços/produtos complementares
    ERA  EMPRESA 2.0
    - Amadurecimento dos processos JIT
    - Aumento da diversidade de carros
    - Programas de qualidade
    - Programas de desenvolvimento de pessoas
    - Publicidades em meios convencionais e na internet (redes sociais, mini-blogs, hotsites e outros).
    - Programas de sustentabilidade e envolvimento com stakeholders
    - Stakeholders mais engajados nos processos da empresa:
       - Design colaborativo de carros (partipação de clientes) – 
         Projeto Fiat Mio (http://www.fiatmio.cc/pt/)
       - Pedidos via internet de carro customizado para o cliente
         (http://www.fiat.com.br/monte-seu-carro/)

    Referências :

    quarta-feira, 20 de outubro de 2010

    FeedBurner

    Confira detalhes sobre a ferramenta FeedBurner através da apresentação de slides a seguir:

    [Aguarde o carregamento]

    quinta-feira, 7 de outubro de 2010

    Mashups: Uma visão geral sobre geração de lucros

    Nos dias de hoje, com a democratização do acesso ao meio digital e à rede mundial de computadores, cada vez mais as pessoas tem tido meios para produzir suas próprias informações e disponibilizá-las para toda a comunidade. Com isso, tem surgido a cada dia mais e mais serviços que trazem comodidade ao internauta, seja facilitando a edição de informações em aplicações na nuvem, seja facilitando o armazenamento e recuperação das informações geradas.

    Nesse contexto, as empresas tem disponibilizado cada vez mais serviços que permitem ao usuário comum criar e publicar suas informações. Esses serviços muitas vezes são disponibilizados também na forma de APIs, onde usuários mais avançados podem usar recursos para criar novos serviços, os mashups.

    O ser humano sempre busca vantagens e enriquecimento e com o desenvolvimento web não é diferente. Com mashups é possível ganhar dinheiro. Basta ter uma idéia interessante e atrair um volume considerável de acessos. Além disso, não se deve tumultuar com o seu serviço os serviços que compõem seu mashup (a empresa que fornece um dos serviços essenciais para o seu mashup pode simplesmente barrar seu acesso ao serviço, se for interesse dela).

    Com mashups, ganha-se dinheiro de várias formas. A mais popular é com publicidade. Colocar anúncios pode render um bom dinheiro, se o site for movimentado. A grande desvantagem é que publicidade demais polui o site e o torna pouco atrativo. Outra forma é com doações feitas pelos usuários do mashup. Além disso, se os dados que o mashup provê são valiosos, pode-se cobrar pelo acesso aos dados. Por fim, pode-se ganhar muito dinheiro com o outro lado do mashup: provendo serviços (armazenamento, feeds, encurtamento de URLs, etc) para donos de mashup e cobrando deles pela utilização dos serviços.

    Resumindo: Dinheiro grande se ganha quando o dono do mashup depende de você (seus dados, seu poder de processamento, sua capacidade de armazenamento, sua largura de banda, etc). O resto do dinheiro que circula nos mashups é mais distribuído e com volume menor de faturamento.

    Escrito por: Raphael Ernani

    Freelancers Web Aumentam Média de Trabalhos com Mashups

    Freelancers web são profissionais autônomos que se autoempregam em diferentes empresas ou, ainda, guiam seus trabalhos por projetos, captando e atendendo seus clientes de forma independente. Os trabalhos recebidos costumam variar e para cada um deles é estabelecido um determinado prazo e valor. Embora essa variação exista e a complexidade de um determinado projeto seja detalhadamente apresentada ao cliente, atualmente a pergunta que com mais frequência têm se ouvido é "não dá pra entrega ser mais rápida?". Mediante a necessidade de reduzir os prazos na construção das aplicações web, estes profissionais têm lançado mão do uso de ferramentas web 2.0 e dentre elas destacam-se os mashups.
    Existem na internet sites que  reunem aplicações customizáveis e permitem a criação de resursos que têm sido buscados pelos usuários (principalmente aqueles adeptos à redes sociais e bem familiarizados com feeds e widgets, os quais as empresas têm preocupado em atender através da web). Dentre estas fontes para construção de mashups, os freelancers podem contar com sites como o CodePlex (Comunidade de Projetos OpenSource) além de plugins diversos como os disponíveis em JQuery que auxiliam na apresentação de aplicações mais ricas e amigáveis visualmente.
    Mediante a este "senso de urgência" que invadiu a cultura deste ramo (serviços relacionados a web) uma das principais preocupações do freelancer web (desenvolvedor e/ou designer) é a organização de seus "jobs" de forma a aumentar a sua capacidade de captar clientes evitando a realização simultânea de vários projetos e consequente sobregarga acompanhada de descrédito e queda de qualidade em seu trabalho. E é neste ponto em que as ferramentas web 2.0, sobretudo os mashups entram auxiliando nos prazos, possibilidade de aprensentar um valor mais atraente ao cliente e um maior número de trabalhos assumidos num determinado espaço de tempo devido à diminuição de tempo demandado a cada um deles, o que gera um aumento no faturamento deste tipo de profissional e no seu alcance dentro do mercado web.

    Escrito por: Fabiana Bustamante

    A onda dos Mashups para os desenvolvedores de aplicações

    O uso de Mashups tem se tornado cada vez mais frequente na Web. Com isso, ao receber solicitações de implementação de sites e aplicações Web, os desenvolvedores já estão incorporando diversos mashups, reaproveitando uma mistura de funcionalidades já existentes e compartilhadas na Web.

    Dessa maneira, em alguns casos, para atender a algum requisito de usabilidade ou funcional, basta que os desenvolvedores reaproveitem algumas API's já existentes, incorrendo no uso de mashups. Isso acarreta em menores custos de implementação e, consequentemente, maiores lucros para o mercado de TI.

    Por outro lado, os clientes de aplicações Web também já estão cientes da facilidade de reuso de API's através de mashups e estão se tornando cada vez mais exigentes em seus requisitos.


    Escrito por: Marcela Cláudia

    Mashup: como ganhar dinheiro com eles?


    Há duas vertences para se ganhar dinheiro com mashups:  usando-se de mashups para promover o seu negócio ou usando-se de mashups para criar um novo negócio.

    Mashups que utilizam mapas tem sido muito utilizados atualmente. Empresas utilizam o mapa para mapear bares, imóveis, criminalidade, entre muitos outros. 

    Mas como se ganha dinheiro com isto? Normalmente o serviço do mashup viabiliza visitas ao site /blog, o que permite à empresa explorar anúncios pagos. Ou então, permite que o cliente chegue mais facilmente ao dado desejado e feche com a empresa, como é o caso da NetImóveis , imobiliária que intermedia a compra e venda de imóveis e oferece mapeamento dos imóveis com filtro em um mapa.

    Alguns serviços de mashups podem estar integrados a algum serviço pago,agregando assim valor ao serviço pago. Basta a empresa definir um serviço que seja inovador e simplifique uma solução já existente a customizando para a idéia desejada.

    Escrito por : Cecília Pessoa 

    terça-feira, 24 de agosto de 2010

    Resumo das últimas postagens


    Aplicação de Software Social - GRUPO G
    Conhecendo o Conhecimento

    Nos últimos dias, publicamos sobre assuntos relacionados à sociedade atual baseada no conhecimento . Definimos e discutimos sobre os temas: "A certeza da incerteza" , "Abundância", "Recombinação" e "Representação com multimídias".


    Após a releitura dos temas  e comentários, o grupo pôde perceber o quanto o equilíbrio na Era do Conhecimento é essencial. Mesmo que existam algumas posições mais negativas e outras mais positivas sobre as contribuições da Web e suas aplicações sociais para as nossas vidas, é impossível ignorar o fato de que hoje dispomos de grandes facilidades e que é cada vez mais simples obter o conhecimento. No entanto, a diversidade de formas e fontes que dispomos hoje exige critério e controle pessoal para  nos desenvolvermos e agirmos com ética, foco e efetividade neste "novo mundo".


    A CERTEZA DA INCERTEZA

    O texto “A Certeza da Incerteza na Web”, publicado por Fabiana Bustamante, apresentou uma colocação sobre a existência de conteúdo descartável imediatista e de baixa credibilidade na internet devido a grande liberdade de publicação que atualmente esta oferece. Foram apresentados no texto, exemplos de informações oriundas de fontes questionáveis e com informações falsas como uma reportagem ilustrada por imagem enviada por internauta, uma tradicional corrente veículada por e-mail e um vídeo simulando acontecimento falso.


    O ponto questionado no texto foi a forma de absorção de tal conteúdo veiculado, uma vez que, a urgência é a maior condutora da navegação dos usuários modernos e faz com que as verificações em relação à validade das informações publicadas sejam cada vez mais negligenciadas pela necessidade que o usuário tem de obter respostas rápidas e de forma instantânea.  


    Segundo o que foi dito na colaboração do colega Albert D. C. Costa, o menos arriscado é recorrer a fontes já conhecidas da informação procurada, evitando-se correr o risco de utilizar informações de fontes duvidosas; realizar diversas pesquisas e leituras rápidas nos resultados de busca, como forma de selecionar uma fonte o mais segura possível (que deve ter elementos desde layout à ortografia aplicada avaliados), caso não exista sites oficiais vinculados a tal informação. Um alerta deixado pelo colega mostrou a necessidade de se avaliar a intensidade de divulgação do site de destino e atrelá-la à sondagem de sua prioridade (se esta é voltada ao lucro ou de fato à veiculação de informação de qualidade).  


    ABUNDÂNCIA
    O texto “Abundância na Web: as duas faces”, publicado por Cecília Pessoa, apresentou as duas visões, a positiva e a negativa, sobre a abundante quantidade de dados, informações e serviços disponíveis na Internet.  


    Foi questionado aos leitores sobre qual a opinião deles sobre a influência negativa da abundância de dados, informações e serviços no desenvolvimento intelectual dos usuários da Internet (se o fácil acesso a fontes nos torna pouco críticos e seletivos) e quais estratégias eles adotam para lidar com os malefícios do excesso existente na web.


    Os colegas Albert D. C. Costa, Marcela Cláudia, Raphaella Carvalho e Flávio Souza colaboraram com comentários e opiniões sobre o texto publicado e a pergunta indagada.


    Segundo o Albert, a abundância na Internet não nos torna menos inteligentes, mas sim menos produtivos quando não sabemos lidar com os excessos. Ele não enxerga qualquer malefício dos serviços prestados pela Google. Para lidar com a abundância na Internet, ele evita aderir a serviços apenas por que grande parte das pessoas utilizam, por exemplo Twitter e Blogs.


    Para a Marcela, mesmo com os diversos benefícios providos pela Internet, para ela há um impacto em nossa capacidade de entendimento ( nos levando inclusive ao preconceito) já que com a alta quantidade de dados, informações e serviços perdermos o foco da qualidade e da confiabilidade da informação em detrimento da quantidade de informação.


    A Raphaella compartilha de uma opinião semelhante a do Albert. Ela não acredita  que a abundância da Internet impacte em nossa intelectualidade. No entanto, acredita que a Internet torna o conhecimento superficial devido a não ser fácil encontrar em fontes disponíveis uma informação mais profunda sobre um determinado assunto e ao contrário disto há diversas com abordagem superficial, o que nos exige saber administrá-las para uma formação de opinião, levando a um desgaste físico e psíquico.


    Por fim, o Flávio dá sua receita de como lidar com a abundância: selecionar. Segundo ele, não só a Internet nos exige este discernimento. Em uma biblioteca também existem diversas fontes com diversos dados e informações, mas assim como na Internet, devemos filtrar com alguns parâmetros para não nos perdermos.

    RECOMBINAÇÃO
    O texto Recombinação, publicado por Raphael Ernani, fez uma breve contextualização do surgimento da recombinação como forma de criação de conhecimentos. Foram abordados aspectos positivos e negativos da recombinação, impulsionada pela evolução tecnológica e surgimento da Internet.


    Foi questionado aos leitores do blog qual o ponto em que a recombinação deixa de ser algo positivo e passa a se tornar em algo que é vazio e não agrega valor a nada.


    O colega André Pontes colaborou com sua opinião, dizendo que quando o conteúdo recombinado é bom, é positivo e em caso contrário, é negativo. Para ele, bons conteúdos são empolgantes e inspiram a necessidade de serem recombinados e darem origem a novos conhecimentos.

    REPRESENTAÇÃO COM MULTIMÍDIAS


    O texto Representação com Multimídias, publicado por Marcela Cláudia, abordou as diferentes mídias utilizadas pelo homem ao longo dos anos para se comunicar. Foram evidenciadas as vantagens e desvantagens de cada uma, bem como as evoluções entre elas, a partir da mídia oral, passando pela escrita, pela audiovisual até a mídia digital. Problemas como manutenção da informação, divulgação e alcance foram discutidos para cada mídia. Para a mídia digital, discutiu-se também problemas relacionados à abundância e à qualidade da informação.

    Como motivo de reflexão, foi questionado aos leitores se, assim como as mídias convencionais criadas ao longo dos anos, a mídia digital também veio para corrigir alguns problemas, mas ainda assim, acarretará em novos impactos e desvantagens para a sociedade.

    O leitor Albert D. C. Costa comentou o texto sobre a representação com multimídias, demonstrando que, em sua opinião, a mídia digital já está tão enraizada na sociedade atual que não se pode mais distinguir os seus efeitos sociais. Para ele, a forma como se faz possível a interação a partir das mídias digitais é o maior motivo para a permanência da mesma como meio de comunicação do homem. Ele ainda completou mencionando como as outras mídias ainda utilizadas atualmente fazem referência o tempo todo às mídias digitais, convidando os seus usuários a interagirem consigo também pelo meio digital.


    sexta-feira, 20 de agosto de 2010

    A Certeza da Incerteza na Web

    A facilidade e a liberdade quase ilimitadas de publicação que caracterizam a Web acabam colocando em jogo a credibilidade das informações que podem ser obtidas por tal meio. Não é de se espantar o fato de a nova mídia estar repleta de sites que se dizem noticiosos, veiculando informações nem sempre confiáveis e, mais do que isso, lixos imediatistas. O que desperta a necessidade de se reaprender a absorver a informação de forma que não se seja "enganado" pela mesma. Essa nova forma de absorção é desafiadora pelo fato da urgência de se obter informações ser a principal condutora da navegação de muitos usuários na internet. Esse senso de urgência na obtenção das informações gera uma aceitação do que é veiculado e baixo interesse e tempo para verificação de sua validade.

    Um exemplo que colocou em questão a credibilidade de uma das grandes empresas veiculadoras de notícias nascidas na web (UOL) foi a publicação de uma imagem enviada por um internauta em relação ao acidente ocorrido com um dos vôos da TAM em 2007.

    Imagem original:


    Imagem gerada por montagem:


    Forma como a notícia foi publicada (sem verificação da real validade da imagem enviada):


    No mesmo dia em que foi publicada a imagem foi retirada e um pedido de desculpas da UOL foi postado, porém a imagem permaceu no ar tempo suficiente para milhares de acesso (ver matéria completa aqui).

    Outros exemplos de informações cuja origem é duvidosa estão nas famosas "correntes via e-mail". Conteúdos criados e espalhados pela web graças ao senso de urgência natural dos usuários atrelado ao hábito de não realizar uma verificação à respeito, devido o tempo que isso gastaria. Estas correntes são contituídas de uma história que pode ter um fundo de verdade, frases de caráter alarmista em caixa alta, promessas de resultados imediatos com ajuda do leitor, nomes de pessoas e encerramento com uma frase do tipo: "Repassem essa mensagem a todos que você conhece". Como forma de exemplificar a importância da verificação das informações, alguns sites (como o http://www.e-farsas.com/)se dedicam a realizar algumas investigações em relação a essas tão difundidas correntes. Um exemplo seria o e-mail em nome do Projeto Aconchego no qual se procura família de criança.

    Notícias circuladas na web e que, de fato, despertam grande curiosidade são aquelas relacionadas a acidentes, conspirações e flagrantes, como o desse vídeo mostrado a seguir:



    No vídeo podemos ver um avião - boing 737 - fazendo um pouso forçado em uma praia. Tudo é gravado por um turista que estava aproveitando suas férias. O filme é impressionante, mas será que é real?

    Essa cena é, na verdade, mais um dos muitos vídeos que alguém faz para poder divulgar marcas de algum produto ou serviço! É o chamado marketing viral. Esse filme, foi feito em maio de 2008 e faz parte de uma campanha criada pela empresa de publicidade Young Works para a agencia de viagens X-travel. E abaixo podemos assiti-lo, na íntegra.



    Note que o final do filme foi cortado na primeira versão para que fosse ocultado o logo da empresa. No site da Young Works, eles contam que fizeram o filme e lançaram, em primeiro lugar, em um site espanhol chamado Ultimas Vídeos. Depois de apenas 1 mes o vídeo já tinha alcançado mais de 2.000.000 de visualizações!

    Diversas destas informações são absorvidas como absoluta verdade por algumas pessoas, pois não se pode garantir que a estas como usuárias tenham o interesse e/ou o tempo necessários para se averiguar a veracidade das informações veiculadas. Ao visualizar imagens como a mostrada a seguir, o usuário precisa ter conhecimento prévio das características do local para verificar a validade da fotografia:


    Para os que conhecem a cidade de Belo Horizonte e sabem que trata-se da capital de Minas Gerais (que é um estado não litorâneo) a fotografia tem como papel a transmissão de uma mensagem divertida. Mas para uma pessoa que não ocnhece o local o qual pertence a "Igrejinha da Pampulha" e suas características, a imagem pode ser interpretada como o verdadeiro retrato do local.

    Não há, atualmente, entre fatos, acontecimentos e o leitor alguma técnica ou norma que garanta a validade da veiculação daqueles à este. Cabe a cada um dos receptores decidir, por si próprio, que informação é ou não é válida.

    Diante à necessidade de se formar um olhar mais "clínico" ao conteúdo veículado na internet, que critérios utilizar para atestar a validade e a credibilidade das informações?

    Autor: Fabiana Bustamante

    quarta-feira, 18 de agosto de 2010

    Representação com Multimídias

    Mídias nada mais são do que meios de comunicação inventados pelo próprio homem para interagir com a comunidade.

    A princípio, o homem se comunicava apenas através da mídia oral. Apesar de a comunicação "falada" permitir uma série de benefícios, como maior interação e melhor compreensão do verdadeiro sentido que o "falante" deseja mostrar, existe também um grande obstáculo imposto pela representação apenas oral: o repasse do conhecimento ao longo do tempo e do espaço.

    Os povos da Antiguidade, antes de começarem a usar os hieróglifos, barro, papilo e outras mídias escritas, não tinham uma forma de armazenar as informações adquiridas para as próximas gerações. Também não era possível compartilhar conhecimento entre povos distantes de culturas diferentes que com certeza tinham muito aprendizado a compartilhar.

    O advento da mídia escrita proporcionou uma grande evolução na transferência de conhecimento entre os povos no tempo e no espaço. A partir das primeiras manifestações de escrita nas cavernas, várias mídias de escrita foram sendo descobertas e utilizadas até que se alcançasse o papel, que propiciou a criação da impressa, dos jornais e dos livros, ferramentas tão importantes na divulgação do "saber".



    Mais tarde ainda, concebemos a mídia audiovisual que, através de seu principal aparato eletrônico, a tecnológica televisão, uma nova era no conceito "comunicação" se iniciou. Apesar das vantagens da mídia escrita e do advento do papel, o acesso aos meios de comunicação escritos ainda era muito elitista e não alcançava grande parte da sociedade. A televisão, por outro lado, em menos de um século, transformou-se de um instrumento de luxo em um equipamento de sobrevivência para a sociedade em geral.



    A comunicação audiovisual teve e ainda tem um alcance tão amplo que ainda hoje se manifesta como a mídia mais utilizada e de maior influência na vida da sociedade. Apesar de alguns problemas se comparada com a mídia escrita, como uma certa alienação do pensamento crítico amenizada pela característica imaginativa da mídia escrita, ainda assim se mostra mais efetiva a cada dia.

    Outra evolução na história dos meios de comunicação foi a mídia digital. Apesar de ainda não ter atingido o alcance esperado, a mídia digital se revelou uma grande portadora de informações unificadas em um único lugar. A grande disseminadora da comunicação audiovisual foi a internet. A partir dela, tornou-se possível obter informações em tempo real de qualquer lugar do mundo e de diversas fontes diferentes.



    A mídia digital também propiciou uma maior interatividade, o que tornou a busca pelo conhecimento muitas vezes mais interessante e desvinculada da necessidade, passando mais a um objetivo de lazer. Entretanto, a abundância de conhecimento espalhado pela internet, aliada a liberdade e "libertinagem" de autoria dessas informações, muito do conhecimento hoje presente nas mídias digitais é classificado como de baixa qualidade ou de conteúdo duvidoso.

    Será que assim como todas as outras mídias convencionais, a mídia digital vai continuar cobrindo alguns dos problemas de comunicação e divulgação de conhecimento, enquanto mantêm ou até mesmo gera novos impactos para a sociedade?


    Autor : Marcela Claúdia

    terça-feira, 17 de agosto de 2010

    Abundância na Web: as duas faces

    Segundo o dicionário Michaelis,  abundância vem do latim abundantia e significa fartura, grande quantidade.

    Considerando o descrito acima, podemos dizer que abundância é algo bom! Afinal, escassez, falta ou carência sempre levam-nos a pensar em coisas tristes, desinteressantes, pobres ou mesmo sem conhecimento e desenvolvimento. 

    E quando falamos de ambundância na internet? Seria o excesso de dados, informações e serviços  algo benéfico para nós usuários? 

    Clique aqui para ver imagem ampliada
     Se pensarmos que a abundância da internet nos permite nos comunicar e obter dados e informações de  qualquer parte do mundo e sobre qualquer tema, não há dúvida do quanto isto contribuí para nossa formação de conhecimento. Podemos: ser mais críticos já que temos sempre mais (muito mais) que uma fonte de acesso; formar novos conhecedores já que há muitas alternativas de  colaboração; conhecer mais pessoas  e assuntos (específicos e gerais) já que a cada clique há uma rede social ,  vídeo, imagem ou site com alguém ou algo novo.


    Mas e quando a abundância nos faz perder o foco, perder muito tempo ou mesmo nos perder? Orkut, Twitter, MSN, Gtalk, email pessoal, email corporativo, portais educacionais,  Google Groups, Yahoo Groups, portal de currículos, Google Reader, portais de Notícias , Esportes e Entretenimento, blogs, Youtube, Google.... 

    Há quem não se sinta em um caos? Cria-se um sentimento de  que não conseguimos atingir  nossos objetivos tendo tantas fontes e serviços na internet. Sempre há a sensação que há algo sendo deixado de lado! Tentamos unir tudo em centrais de integração, mas ainda assim não há como fugir dos outros "n" que não há como serem integrados! 

    Alguns estudiosos dizem que a internet chega até mesmo a nos prejudicar em termos de desenvolvimento intelectual, a abundância para eles não nos torna mais sábios! Para saber mais sobre este ponto de vista, sugiro a leitura desta  breve entrevista : “A internet nos suga como uma esponja” (Nicholas Carr - Revista Época - 10/12/2009).


    E você, pensa que a internet nos torna menos inteligentes? O Google está nos tornando mais estúpidos? E quais estratégias você adota para lidar com os aspectos negativos da abundância na internet? 

    Autor : Cecília Pessoa

    segunda-feira, 16 de agosto de 2010

    Apresentação

    Olá!

    Os membros do GRUPO G são todos estudantes do 7º período da graduação em Sistemas de Informação da UFMG:

    • Cecília Pessoa
    • Fabiana Bustamante
    • Marcela Claúdia
    • Raphael Ernani

      Criamos este blog para a disciplina de Aplicação de Software Social ofertada pelo DCC da UFMG.

      Durante o semestre de 2010/2, publicaremos atividades relacionadas ao tema da disciplina e teremos grande prazer em receber seus comentários. Agradecemos desde já!

      Esperamos que aproveitem os conteúdos publicados!

      “O verdadeiro sinal de inteligência não é o conhecimento, e sim a imaginação.”
      Albert Einsten